
Danço com a chuva,
Apago o meu destino...
Quando o corpo cai na neve perdida
Toda a guerra se desfaz vencida...
Já não sinto mais o que sentia,
Nesta alma, podre... poesia...
Nua, dura, pura...
Na Terra, desvanecida de Homens sem garras, sem medo...
O terror que vence o poder, de te ter... Só para mim...
A Terra alimenta-me o corpo,
A Água cai em desalinho,
E a poesia...
O Fogo incendeia-me o espírito,
E a poesia...
O Ar controi-me um caminho...
E a poesia... E a poesia... E a poesia...
Já vencido, ainda caminho...
Já perdido, ainda escrevo...
Já sem força, ainda tento combater...
E a poesia... E a poesia... E a poesia... E a poesia... E a poesia...
Danças com a chuva,
Que soa baixinho...
Rendo-me aos tormentos, desta Terra banal,
Desta gente com medo, desta gente com medo...
Deste negredo, que me enche o coração...
E deixa-me podre, podre... Só...
E A POESIA!
Apago o meu destino...
Quando o corpo cai na neve perdida
Toda a guerra se desfaz vencida...
Já não sinto mais o que sentia,
Nesta alma, podre... poesia...
Nua, dura, pura...
Na Terra, desvanecida de Homens sem garras, sem medo...
O terror que vence o poder, de te ter... Só para mim...
A Terra alimenta-me o corpo,
A Água cai em desalinho,
E a poesia...
O Fogo incendeia-me o espírito,
E a poesia...
O Ar controi-me um caminho...
E a poesia... E a poesia... E a poesia...
Já vencido, ainda caminho...
Já perdido, ainda escrevo...
Já sem força, ainda tento combater...
E a poesia... E a poesia... E a poesia... E a poesia... E a poesia...
Danças com a chuva,
Que soa baixinho...
Rendo-me aos tormentos, desta Terra banal,
Desta gente com medo, desta gente com medo...
Deste negredo, que me enche o coração...
E deixa-me podre, podre... Só...
E A POESIA!
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